Sabes, apesar de tudo ainda me preocupo… mas será que tu alguma vez me tomas-te como tua amiga? Ou eu era só aquela rapariga que tu beijavas com as palavras mais calorosas quando a distancia se imponha perante essa tua vontade, vontade essa que nas palavras acabava sempre por ser revelada, e que quando essa mesma rapariga estava presente fisicamente a beijavas na boca? Era só assim que vias? Estou aqui, longe fisicamente é verdade, mas estou aqui deste lado disposta a ajudar-te e a fazer parar as lágrimas uma vez que não as posso limpar com as minhas próprias mãos, mas eu estou aqui. Deveria não me preocupar? Deveria ignorar toda a preocupação que há em mim? Diz-me o que fazer, diz-me o que se passa ou então diz-me que está tudo bem, porque é a única coisa que quero saber. Era um “sempre”, lembras-te? Era assim que querias que o teu sempre durasse? Sempre pensei que mesmo depois de tudo, depois dos meses que já passaram que poderíamos voltar a ser amigos, e nada mais que isso, porque essa ferida ainda está em aberto e não lhe quero tocar mais, e mesmo assim estava e estou disposta a meter esse rancor e ajudar-te no que poder… mas tu deixas? Não consigo entrar nesse mundo tão teu, que as vezes, nem tu consegues entrar nele, é tão reservado, tão … tão teu sabes? Como posso eu ajudar-te se tu não me deixas, nem me dás a mínima hipótese. És um orgulho, não deixes que mude de ideias, parte de mim sabe quer acreditar que não vou mudar, mas… há sempre um mas!

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